domingo, 14 de agosto de 2011

2000 - A conjunção de dois planos - parte 2

Viagem a outros Planos

O ambiente escuro e abafado onde penetrou era uma caverna de exus. Essas cavernas são habitats de espíritos desencarnados, que vivem na parte mais densa do plano etérico e são portadores de poderes psíquicos. Geralmente, são seres humanos cultos que morrem e permanecem no mundo dos vivos, na camada molecular esparsa do éter. Essa camada interpenetra o plano físico e os seres que nela habitam interagem com os seres vivos pelo campo vibracional intermediário, o campo mediúnico. A energia motora de contato é o ectoplasma sangüíneo fluidificado. É liberado através do sistema nervoso ou, então, diretamente pelo sangue quando em contato com a atmosfera. Isso, aliás, explica a presença do sangue, ou outras fontes liberadoras desse tipo de energia, nas macumbas e práticas de feitiçarias. Isso explica, também, a importância da respiração nesses trabalhos, exacerbada, geralmente, pela movimentação rítmica, cantos monótonos, lacerações, ingestão de álcool, etc.
Mediante o conhecimento da manipulação dessas energias, esses exus agem no plano físico por obscuros propósitos. De modo geral, têm pouca consciência do próprio estado e a serviço de quem eles agem.

- Estamos lhe mostrando o nosso mundo, também chamado Nicho de Deus. Na Terra, ele ainda não tem um nome certo. Creio que vocês vão batizá-lo de “O Planeta Monstro”, devido ao seu enorme tamanho relativo à Terra. Em alguns grupos iniciáticos, ele é chamado Capela. Ele já foi visto duas vezes pelos seus astrônomos. A dificuldade na sua observação é devida ao fato de ser um planeta de trás do Sol, que periodicamente sai da sua órbita, e isso confunde os cientistas.
- A missão fundamental de Capela, no momento, é presidir a transição do segundo para o terceiro milênio da fase atual da Terra. Haverá uma grande mortandade e, ao mesmo tempo, será lançada a nova civilização que irá fazer jus à evolução alcançada por esse planeta. Nessa nova era não haverá a Lei Cármica, pois a Terra deixará de ser escola de expiação. Não existirão doenças e os climas serão constantes e amenos. Antes, porém. Que isso se realize, terá que haver o reajuste final e o encaminhamento dos espíritos que a habitam para seus justos destinos. Saindo de sua órbita, Capela passará entre o Sol e a Terra, e esta ficará nas trevas por três dias. Devido à ausência dos raios solares, haverá tremendas descompensações caloríferas. No seu interior, as matérias combustíveis se queimarão e gigantesco incêndio envolverá em vapores e fumaça grande parte dela.

A multiplicidade do ser
A experiência humana é, essencialmente, antropomórfica. Essa palavra, para a qual não encontramos substituta mais exata, significa a forma, a maneira como o Homem vê as coisas. É a curta visão da vida física, a limitação cérebro-intelectiva.
Embora a capacidade humana de imaginação – elaboração, composição de imagens – seja grandiosa, ela é sempre limitada pela experiência.

“A experiência é como uma lanterna que a gente carrega nas costas: só ilumina o caminho percorrido” – já disse alguém. Essa é a verdade do antropomorfismo.
O Homem atual é um ser irrealizado e sem rumo. Sente-se imerso na voragem da destruição e tem poucas esperanças de um retrocesso, uma retomada do caminho civilizatório. Todos os dias ele proclama sua falência e aceita, com naturalidade, as coisas mais atrozes, como guerras e injustiças, de todos os tipos.
Nos capítulos anteriores, procuramos dar uma idéia, tomando a Clarividente como modelo dos diferentes estados ou faixas vivenciais nas quais existimos. Na superfície da Terra, no seu plano físico, na organização celular chamada matéria, somos um ser físico; no mundo etérico, somos um ser etérico; no mundo astral, ainda molecular, somos um ser astral; no mundo sutil e atômico do espírito, somos um ser espiritual. E assim continuamos, pelo infinito, sendo algo, até Deus!
Mas há que se distinguir nossas posições de ser e estar. Sou físico, etérico, astral, mental, espiritual, mas sou sempre eu, algo definido e particular que engloba as várias formas de eu ser. Essa consciência ampla é o que poderíamos chamar de eu maior, e as formas de ser de eus menores. Com isso, o “eu sou” se tornaria mais lógico como “estou sendo”, ou “sou estando”.
Somente nesse conceito ampliado é que podemos nos considerar, talvez, como centro do Universo. O erro fundamental do antropomorfismo é considerar o Homem, o ser físico, portanto, um dos “eus”, como o todo, o “eu” maior.
“Eu” sou o meu espírito, mas ele – o meu espírito – não é, apenas, o “eu” que sou atualmente. Meu espírito já teve e tem outros “eus”, outras personalidades. São outras almas, outras psiques, que tanto podem ser deste como de outros planos. Isso pode acontecer, e acontece, à semelhança de uma pessoa que possua vários veículos com os respectivos condutores. Embora todos possam estar trabalhando simultaneamente, a pessoa só poderá vê-los se todos estiverem próximos e na mesma estrada. Mas, se cada veículo estiver rodando numa estrada diferente, isso será impossível. Assim acontece com o nosso espírito. Se nossos vários “veículos” estiverem subordinados a uma direção comum, estaremos sintonizados, estaremos em paz. Quando nossos veículos enveredam por caminhos diferentes, entramos em distonia, em dor, mas só assim tomamos conhecimento de nossa dualidade, de nossa tríade ou de nossa multiplicidade.

A torre de desintegração
- Sim, Natachan, fomos nós que a convocamos. Seu país irá passar por uma crise política, resultante de uma mudança necessária. Nós estamos fazendo tudo ao nosso alcance para que essa mudança se opere sem derramamento de sangue. O Brasil é considerado, na espiritualidade, como a “cúpula de Deus no planeta”, e os Mestres não o querem ver imerso em sangue.
Essa surpreendente revelação despertou a curiosidade de Neiva.
- Por que o Brasil tem essa importância? – perguntou – Toda vida pensei que o Oriente é que era importante, principalmente o Tibete.
- Sim, Natachan, – respondeu ele – o Oriente, de fato, já foi muito importante. Até agora, o comando na distribuição das forças pertencia a ele. Isso aconteceu até que esta região estivesse preparada para o reajuste final. O ponto focal, agora, na hora decisiva, é o Brasil e, de modo geral, a América do Sul, principalmente a região dos Andes. Na verdade, Natachan, a posição da Ásia foi transitória. Isto porque o solo da América do Sul é mais velho em relação ao ciclo atual do que o da Ásia. No Brasil e nas Américas já existiram civilizações importantes, que desapareceram há muitos milhares de anos. Há cerca de 32 mil anos, existiram civilizações sob os signos de Áries, Touro, Leão e Virgem; mas os elementos dessas fases não desapareceram. Apenas mudaram de estado, e continuam influindo nos destinos dessa parte do planeta.
- Sem dúvida, Natachan. As forças sob a luz Crística são mais poderosas. Mas o problema não depende disso e, sim, dos espíritos encarnados, do ser humano. Não se esqueça de que se trata de uma luta de influências sobre a mente humana, e é o Homem que escolhe seus amigos. Essa luta tem, também, seu lado técnico, que é o ectoplasma, a energia de contato. Conforme o teor de ectoplasma emitido pelos seres humanos, ele atrai uma influência ou outra. O ser humano, cuja tônica é a animalidade, o orgulho, o intelectualismo materializado, atrai esse tipo de espíritos e se submete, inconscientemente, aos seus planos. Já o Homem cristianizado, cuja tônica seja a do amor ao próximo, a tolerância, a humildade, esse emite um ectoplasma fino, fora do alcance desse tipo de espíritos. Na claridade, na composição molecular desse fluido se entrosam espíritos de Luz, construtivos e criadores. Percebeu a diferença, Natachan?
- Sim, senhor Johnson, creio que entendi bem. Conforme nossa maneira de ser, nós entramos em sintonia com nossos semelhantes.
- O senhor falou dos signos que presidiram essa gente toda. Nesse caso, o senhor considera a Astrologia como válida?
- Sim, Natachan, a Astrologia é válida, mas não nos termos em que é apresentada na Terra. Na verdade, é uma profunda iniciação, que só alguns conseguem alcançar em vida na Terra. Seus princípios são exatos e científicos. Os seres que são enviados à Terra o são consoante um conjunto vibratório de astros ou mundos. Esses corpos celestes de origem dão a esses seres a tônica de sua trajetória no planeta e alimentam o seu psiquismo. Cada ciclo da Terra está sob a predominância das vibrações de um conjunto planetário. Isso explica os signos que citei há pouco.
- Sim, Natachan. Direi tudo o que puder sobre eles, para que você possa saber o que fazer na sua missão junto aos homens públicos de seu país. Há milhares de anos, conforme lhe disse há pouco, esses espíritos eram encarnados e tinham importante missão civilizatória. Mas desenvolveram o seu orgulho a tal ponto que se libertaram das influências benéficas dos seus Mestres e se desenvolveram, sempre, na tônica da razão e do egocentrismo. Atingiram, assim, altos conhecimentos científicos e, ao desencarnarem, eles permaneciam no plano etérico, formando ali verdadeiro exército de cientistas, principalmente de químicos e físicos. Eternamente preocupados com o conhecimento intelectual, eles fundaram, nesse plano, grandes escolas e universidades, semelhantes às atuais da Terra. Para elas são atraídos espíritos dos que desencarnam irrealizados, em conflito com as Leis do Cristo. Trabalhando com as energias animais da Terra e outras forças do plano etérico, eles criaram uma “química ectoplasmática”. Com essa matéria, eles se alimentam e fabricam equipamentos de todo tipo. São muito versáteis e plasmam as mais variadas formas de se apresentarem. Uma dessas falanges de apresenta como “astronautas” e tem engodado com essa roupagem. São os tais “verdinhos”, que já têm sido vistos por muitos terráqueos. Sua aparência, na Terra, é a de homens com mais ou menos um metro e meio de altura, vestidos com roupas de viajantes interplanetários, com botões, antenas, armas estranhas, etc. Sua capacidade de materialização, na Terra, é muito grande, devido ao seu conhecimento na manipulação fluídica. Isso se deve, também, ao fato de habitarem nas camadas mais próximas da superfície. Esses espíritos são a maior fonte de enganos dos pseudo-iniciados e cientistas desprevenidos. São eles que alimentam falsas idéias a respeito das coisas do Universo. Com isso, eles fomentam iniciativas mais tristes, afastam o Homem do seu destino evolutivo. Seu maior argumento é falar em nome de Deus. Com isso, justificam os encarnados sob sua influência de muitos absurdos. Seu supremo ideal é conseguir encarnar no planeta pelos seu meios, independentes da Lei Cármica. Mas, os milhares de anos em que tentam, já começaram a pesar neles. Por isso, ao verem que o fim se aproxima, eles estão dando tudo o que têm. Uma das universidades chama-se Vale das Sombras e a ela são agregados os desencarnados que ocupam posição religiosa ou científica de relevo na Terra, mas que não conseguiram se harmonizar com as Leis Crísticas. Um dos objetivos desses espíritos é levar ao desânimo os encarnados que tentam seguir a trilha do Mestre Jesus. Para isso, eles fomentam o culto de Jesus sangrando, pendurado numa cruz. São sanguinários como você, Natachan!
- Sim, Natachan. Vocês, na Terra, amam de preferência Jesus açoitado, sofrido, humilhado! Na verdade, esse Jesus é, apenas, o reflexo do masoquismo inconsciente de vocês, das suas dores inaceitas e das suas frustrações. O verdadeiro Cristo Jesus é todo suavidade, bem diferente daquele dos seus crucifixos e suas esculturas cheias de vermelho sangüíneo! Aliás, Natachan, o culto do sangue tem um significado especial para esses espíritos, pois é dele que tiram sua matéria-prima, o fluido magnético animal, o ectoplasma

O umbral capelino

- No sentido mais lógico que os encarnados podem ter da Justiça Divina – respondeu Tião – O espírito, acrisolado no seu próprio egoísmo, estaciona num ponto qualquer da sua trajetória, ficando para trás em relação aos outros. Estabelece-se, então, uma diferença vibratória, que é a causa da maioria dos conflitos entre os encarnados. Enquanto alguns progridem no amor, na tolerância e na humildade, outros se desenvolvem no ódio, na crueldade e nas ações maléficas. É verdade que existe a Justiça humana, que procura estabelecer o equilíbrio. Mas esta atua, apenas, parcialmente, pois não pode ir além dos preceitos legais, quando as ações desses espíritos violam seus princípios. Mas, a Justiça humana abrange pouco além do comportamento efetivo, e como irão se corrigir as faltas não previstas e não codificadas nas leis? De que forma irão ser reajustados os desgastes profundos causados pela maledicência, pela inveja, pela calúnia, pelas astúcias e as ações secretas? Como serão recompensadas as vítimas da maldade humana, se a Justiça dos homens é tão precária? A resposta está aqui, no Mundo Maior, no Planeta Mãe, cujo tamanho e organização provê todas as oportunidades de reequilíbrio, de retificação das trajetórias desviadas. E aqui, Neiva, é uma das suas “oficinas de reparos”, com sistema de departamentos. Foi a visão deste mundo que inspirou a obra de Dante Alighieri, a sua “Divina Comédia”. O Homem moderno deveria reler Dante, pois dispõe de uma perspectiva mais ampla para entendê-lo.
- Quando voltar para a Terra, vou comprar esse livro! – disse Neiva, com simplicidade.
Tiãozinho continuou:
- Aqui existe uma divisão em vinte e um departamentos estanques, como se fossem mundos separados. Os espíritos que desencarnam na Terra passam pelas Casas Transitórias e, tão pronto completem seu tratamento, são encaminhados para cá. O departamento escolhido é de acordo com sua problemática. Geralmente ele vai encontrar e conviver com espíritos da mesma gradação, sem os benefícios da diversificação da Terra. Lá, ele aprendia, acumulava lições na liberdade da condição do encarnado. Se era maldoso, a bondade dos outros equilibrava suas ações. Aqui, sua situação muda, pois os espíritos têm as mesmas condições dele. Só assim ele irá sentir na própria carne as coisas que costumava fazer aos outros. Assim como um criminoso contumaz, que ao ser perseguido por outros criminosos sente todos os terrores do atentado à sua vida. Só assim ele se conscientiza, toma conhecimento do que é ser vítima, ser perseguido. Aqui, ele se lamenta porque percebe a oportunidade que perdeu, como encarnado. Faz, então, seu autojulgamento e sua autocondenação e, depois, na convivência áspera, no conflito equilibrado, ele evolui e muda de departamento, sempre no processo de ser colocado junto aos iguais. A organização é perfeita, nos mínimos detalhes. Há, por exemplo, um setor para onde vão as velhinhas intransigentes, essas matronas que não perdoam as travessuras dos mais jovens e acham que o mundo nada vale. Aqui, na convivência com outras velhinhas do mesmo tipo mental, elas se saturam daquela maneira de ser e compreendem seus erros.

As Riquezas da terra

- Neiva, – disse ele – observe aquelas pirâmides. No seu interior estão encerrados preciosos ensinamentos, suja revelação poderia modificar toda a trajetória humana. Elas ocultam tesouros da sabedoria cósmica, representados por documentos, máquinas e provas vivas desse conhecimento. Além deste, existem mais três pontos da Terra em que essa herança está guardada. Uma situa-se entre as ruínas do império incaico, o outro está no Brasil Central, e o quarto num ponto que ainda não pode ser revelado. Esses segredos virão à tona, mas creio que tarde demais para serem aproveitados pela humanidade atual.
- Mas, Tião, por que isso? Se, como você está dizendo, os homens poderiam modificar o destino da humanidade com os ensinamentos desses tesouros, com o que está encerrado nesses monumentos e ruínas, por que não são guiados a descobri-los?
- Muitos o foram, Neiva, muitos! Alguns acharam parte dessas verdades e a revelaram. Não foram, porém, acreditados. Outros tiveram que guardar os segredos para si. Esses não tiveram autorização para dar aos homens mais poderes, devido às condições espirituais em que se mantinham. Esses tesouros, Neiva, estão ocultos no interior desses monumentos, como o tesouro de Deus está oculto no coração dos homens. Eles não estão sendo descobertos, porque o fiel da balança pendeu para o outro lado, para a extroversão do ego, para a conquista do mundo sensorial. Em vez de mergulhar no fundo do seu próprio mundo interior, do seu Cristo interno, o Homem preferiu a conquista, aparentemente mais fácil, do mundo exterior de si mesmo. Foi isso que levou a humanidade a essa situação paradoxal. O Homem utiliza seus sentidos, sua capacidade física e seus poderes sobre a matéria para a conquista do cosmo, que é de outra natureza, mais sutil, mais vibrátil, e, com isso, se condena por antecipação. Sem dúvida alguma, muitos dos artefatos humanos atingem o alvo e transmitem informações. Mas elas são reduzidas pela própria limitação concepcional e passam a ser válidas apenas na Terra. Isso é que forma a ilusão cósmica humana. A própria palavra cosmos significa uma concepção ilusória do Universo. Veja no caso da Lua, Neiva. Prejulgando seus objetivos em termos de geologia, rochas, estratificações, irradiações e outras concepções da matéria, a Ciência está alheia a fatos, bem mais positivos, do equilíbrio sideral, das forças selênicas e das verdadeiras funções da Lua. Longe estão de “enxergar” os seres que habitam o pequeno mundo lunar. Entretanto, se usassem os instrumentos adequados da sua psique, e se harmonizassem com os planos de Deus, os homens poderiam não só conhecer a Lua, como outros planetas, estrelas e corpos celestes. Tais conhecimentos dimensionariam a alma humana até as proximidades do espírito, e trariam sabedoria. Se assim o fizessem, os homens poderiam não só conhecer, como colocar as coisas no seu devido lugar, no plano adequado. Saberiam, então, o que é útil para sua missão na Terra e o que não lhes competia interferir.

O Velho Lino

Uma a uma, as naves foram decolando silenciosas e, aos poucos, o terreno foi ficando vazio. Johnson pediu-lhe que aguardasse um pouco, pois tinha alguns assuntos a tratar ali. Neiva ficou pensando naquilo tudo, olhando a movimentação, agora bem menor. Mas, a tranqüilidade não durou muito. Outras naves, semelhantes às que haviam partido, foram chegando. Só que, desta vez, se procedia a um desembarque. Neiva viu que delas saíam espíritos nas piores condições, amparados por enfermeiros e médicos espirituais. Eram os “mortinhos”, como ela costumava dizer. Tomada de piedade, exclamou:
- Pobrezinhos!
- Pobrezinhos, por que? – perguntou Johnson Plata, se aproximando – Essa leva de espíritos que está chegando resulta de um desencarne coletivo que acaba de se fazer na Terra. São espíritos terríveis, Neiva, mas que pagaram boa parte de suas dívidas, contraídas na antiga Roma. Todos eles foram colaboradores em torturas e queima de pessoas daquele tempo. Agora, acabam de desencarnar no incêndio de um circo, no Brasil. Na verdade, só agora é que vão, realmente, se recuperar totalmente dos carmas contraídos, naquele tempo, em Roma. Ainda há muitos deles na Terra, mas, até 1984, todos estarão neste plano.

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