segunda-feira, 4 de julho de 2011

Os Mensageiros - André Luiz

"Para quem assistiu ao filme “O Nosso Lar”, baseado no livro de André Luiz, psicografado por Chico Xavier, ‘Os Mensageiros’ seria o capítulo seguinte da trajetória do autor no mundo espiritual. Além de surpreendentes informações sobre o ‘outro lado’, o livro explica a atuação desses espíritos no nosso plano, assim como presenteia-nos com interessantes análises de questões científico-espirituais." (Theo)


Frases
---Não falta concurso divino ao trabalhador de boa vontade.

---A árvore, para produzir, não reclama as folhas mortas. Para nós, atualmente, meu amigo, o mal é simples resultado da ignorância e nada mais.

Culpa Indireta

---- Tenho um amigo, nosso colega de profissão, que se encontra
nas zonas inferiores, há alguns anos, atormentado por dois
inimigos cruéis. Acontece que ele muito faliu como homem e
médico. Era cirurgião exímio, mas, tão logo alcançou renome e
respeito geral, impressionou-se com as aquisições monetárias e
caiu desastradamente. Nos dias de grandes negócios financeiros,
deslocava a mente das obrigações veneráveis, colocando-a distante,
na esfera dos banqueiros comuns. Não fosse a proteção espiritual,
essa atitude teria comprometido oportunidades vitais de
muita gente. A colaboração do pobre amigo tornara-se quase nula,
e alguns desencarnados nas intervenções cirúrgicas que ele prati
cava, notando-lhe a irresponsabilidade, atribuíram-lhe a causa da
morte física, quando não a esperavam, votando-lhe ódio terrível.
Amigos do operador prestaram esclarecimentos justos a muitos;
entretanto, dois deles, mais ignorantes e maldosos, perseveraram
na estranha atitude e o esperaram no limiar do sepulcro.

– Realmente, não tem a culpa da morte deles. Nada fez para
interromper-lhes a existência física. Mas é responsável pela inimizade
e incompreensão criadas na mente dessas pobres criaturas,
porque, não estando seguro do seu dever, nem tranqüilo com a
consciência, o nosso amigo julga-se culpado, em razão das outras
falhas a que se entregou imprevidentemente. Todo erro traz fraqueza
e, assim sendo, o nosso colega, por enquanto, não adquiriu
forças para se desvencilhar dos algozes. Perante a Justiça Divina,
portanto, ele não resgata crimes inexistentes, mas repara certas
faltas graves e aprende a conhecer-se a si mesmo, a entender as
obrigações nobres e praticá-las, compreendendo, por fim, a felicidade
dos que sabem ser úteis com segurança de fé em Deus e em
si mesmos. A noção do dever bem cumprido, André, ainda que
todos os homens permaneçam contra nós, é uma luz firme para o
dia e abençoado travesseiro para a noite. O nosso colega, tendo
abusado da profissão, entrou em dolorosa prova.

– Ah! sim – exclamei –, agora compreendo. Onde exista uma
falta, pode haver muitas perturbações; onde apagamos a luz,
podemos cair em qualquer precipício.

Oração

---Não podemos abusar da oração aqui, segundo antigas viciações do sentimento
terrestre. No círculo carnal, costumamos utilizá-la em obediência
a delituosos caprichos, suplicando facilidades que surgiriam em
detrimento de nossa própria iluminação. Aqui, todavia, André, a
oração é compromisso da criatura para com Deus, compromisso
de testemunhos, esforço e dedicação aos superiores desígnios.
Toda prece, entre nós, deve significar, acima de tudo, fidelidade
do coração. Quem ora, em nossa condição espiritual, sintoniza a
mente com as esferas mais altas e novas luzes lhe abrilhantam os
caminhos.

---– Estamos colhendo mais um ensinamento
sobre os efeitos da prece. Nunca poderemos enumerar todos os
benefícios da oração. Toda vez que se ora num lar, prepara-se a
melhoria do ambiente doméstico. Cada prece do coração constitui
emissão eletromagnética de relativo poder. Por isso mesmo, o
culto familiar do Evangelho não é tão só um curso de iluminação
interior, mas também processo avançado de defesa exterior, pelas
claridades espirituais que acende em torno. O homem que ora traz
consigo inalienável couraça. O lar que cultiva a prece transformase
em fortaleza, compreenderam? As entidades da sombra experimentam
choques de vulto, em contacto com as vibrações luminosas
deste santuário doméstico, e é por isso que os espíritos inferiores se mantêm a
distância, procurando outros rumos...



Nossos Erros


– Infelizmente, na feição coletiva, somos ainda aquela Jerusalém
escravizada ao erro. Todos os dias somos curados por Jesus e
todos os dias conduzimo-lo ao madeiro. Nossas obras estão reduzidas
quase a simples recapitulações que fracassam sempre. Não
saímos do estágio da experiência. E, dolorosamente para nós,
estamos sempre a ensaiar, no mundo, a política com os Césares, a
justiça com os Pilatos, a fé religiosa com os Fariseus, o sacerdócio
com os rabinos do Sinédrio, a crença com os Jairos que acreditam
e duvidam ao mesmo tempo, os negócios com os Anases e Caifases.
Neste passo, não podemos prever a extensão dos acontecimentos
cruciais.

Manter inimigos á distância sem feri-los

– Contam as tradições populares da Índia que existia uma
serpente venenosa em certo campo. Ninguém se aventurava a
passar por lá, receando-lhe o assalto. Mas um santo homem, a
serviço de Deus, buscou a região, mais confiado no Senhor que
em si mesmo. A serpente o atacou, desrespeitosa. Ele dominou-a,
porém, com o olhar sereno, e falou: – Minha irmã, é da lei que
não façamos mal a ninguém. A víbora recolheu-se, envergonhada.
Continuou o sábio o seu caminho e a serpente modificou-se completamente.
Procurou os lugares habitados pelo homem, como
desejosa de reparar os antigos crimes. Mostrou-se integralmente
pacífica, mas, desde então, começaram a abusar dela. Quando lhe
identificaram a submissão absoluta, homens, mulheres e crianças
davam-lhe pedradas. A infeliz recolheu-se à toca, desalentada.
Vivia aflita, medrosa, desanimada. Eis, porém, que o santo voltou
pelo mesmo caminho e deliberou visitá-la. Espantou-se, observando
tamanha ruína. A serpente contou-lhe, então, a história
amargurada. Desejava ser boa, afável e carinhosa, mas as criaturas
perseguiam-na e apedrejavam-na. O sábio pensou, pensou e respondeu
após ouvi-la:
– Mas, minha irmã, houve engano de tua parte. Aconselhei-te
a não morderes ninguém, a não praticares o assassínio e a perseguição,
mas não te disse que evitasses de assustar os maus. Não
ataques as criaturas de Deus, nossas irmãs no mesmo caminho da
vida, mas defende a tua cooperação na obra do Senhor. Não mordas,
nem firas, mas é preciso manter o perverso a distância, mostrando-
lhe os teus dentes e emitindo os teus silvos.

Deus não desampara

----Todos os nossos desejos e impulsos
razoáveis são atendidos pelas bênçãos paternais do Eterno. Ainda
que nos demoremos nas lágrimas e nas aflições, jamais permanecemos
ao desamparo. Apenas devemos salientar que as respostas
de Deus vão sendo maiores e mais diretas, à medida que se intensifique
o nosso merecimento, competindo-nos reconhecer que,
para semelhantes respostas, são utilizados todos quantos trazem
consigo a luz da bondade, ou já possuem mérito e confiança para
auxiliar em nome de Deus.


Visita de parentes desencarnados

---Há tempos, autorizei a visita de dois
colegas nossos à esfera da Crosta, a fim de reverem as viúvas e
abraçarem de novo os filhinhos; mas foram tão violentamente
surpreendidos pela situação, que não puderam voltar aos seus
deveres aqui, lá ficando agarrados ao ninho que haviam abandonado.
Não vigiaram o coração, convenientemente. Ouviram, em
demasia, o pranto dos familiares terrestres, envolveram-se nos
pesados fluidos do clima doméstico e, passada a semana de licença,
não conseguiram erguer-se para o regresso. Estavam como
pássaros aprisionados pelo visgo das tentações. Os encarregados
do noticiário particular voltaram ao Posto sem eles, com grande
surpresa para mim. E, francamente, não sei quando poderão reassumir
as funções que lhes cabem. O prejuízo de ambos é muito
grande.

Desculpa para servir

--- E o “desculpismo”? Nesse terreno de assistência espiritual,
verão, um dia, quantos pretextos são inventados pelas criaturas
terrestres por fugir ao testemunho da verdade divina, nas tarefas
que lhes são próprias. Os mordomos da responsabilidade alegam
excesso de deveres, os servidores da obediência afirmam ausência
de ensejo. Os que guardam possibilidades financeiras montam
guarda ao patrimônio amoedado, os que receberam a bênção da
pobreza de recursos monetários aconselham-se com a revolta. Os
moços declaram-se muito jovens para cultivar as realidades sublimes,
os mais idosos afirmam-se inúteis para servi-las. Os casados
reclamam quanto à família, os solteiros queixam-se da ausência
dela. Dizem os doentes que não podem, comentam os sãos que
não precisam. Raros companheiros encarnados conseguem viver
sem a contradição.

O arquivo que carregamos

–-- Conheço a sua sede, André. Não precisa perguntar. Impressionou-
se você com a grandeza espiritual da nobre companheira
do nosso amigo. Não precisarei alinhar esclarecimentos. Recorda-se
de Ana, a infeliz criatura que dorme nos pavilhões, entre pesadelos
cruéis? Lembra-se de Paulo, o caluniador? Não os viu carregando
pesados fardos mentais? Cada um de nós traz, nos caminhos
da vida, os arquivos de si mesmo. Enquanto os maus exibem
o inferno que criaram para o íntimo, os bons revelam o paraíso
que edificaram no próprio coração. Ismália já amontoou muitos
tesouros que as traças não roem. Ela já pode dar da infinita harmonia
a que se devotou pela bondade e pelo divino amor. A luz
que vimos é a mesma que jorra do plano superior, de maneira
incessante, inundando os caminhos da vida, mas a melodia, a
prece e as flores constituem sublime criação dessa alma santificada.
Ela repartiu conosco, neste momento, uma parte dos seus
tesouros eternos! Peçamos ao Senhor, meu amigo, que não tenhamos
recebido em vão as sublimes dádivas!

--- Repararam como este homem traz a mente enfermiça? É um
dos curiosos doentes, encarnados. Tem vasta cultura e, todavia,
como traz o sentimento envenenado, tudo quanto lhe cai nos
raciocínios participa da geral intoxicação. É pesquisador de superfície,
como ocorre a muita gente. Tudo espera dos outros, examina
seu semelhante, mas não ausculta a si mesmo. Quer a realização
divina sem o esforço humano; reclama a graça, formulando a
exigência; quer o trigo da verdade, sem participar da semeadura;
espera a tranqüilidade pela fé, sem dar-se ao trabalho das obras;
estima a ciência, sem consultar a consciência; prefere a facilidade,
sem filiar-se à responsabilidade, e, vivendo no torvelinho de
continuadas libações, agarrado aos interesses inferiores e à satisfação dos sentidos físicos, em caráter absoluto, está aguardando
mensagens espirituais...


Influência dos encarnados

--- Estamos a pouca distância dos homens, nossos irmãos na carne. E sabemos que, na Crosta, a situação não é diferente. Quantos materialistas se fantasiam, por
lá, de filósofos? Quantos demônios com capa de santos? Quanta má fé a fingir generosidade e boas intenções? A influência da Humanidade encarnada em nosso núcleo de serviço é vigorosa e inevitável.

Visitando a Terra

----Entre dezoito e dezenove horas, atingimos uma casa singela
de bairro modesto. No longo percurso, através de ruas movimentadas,
surpreendia-me, sobremaneira, por se me depararem quadros
totalmente novos. Identificava, agora, a presença de muitos
desencarnados de ordem inferior, seguindo os passos de transeuntes
vários, ou colados a eles, em abraço singular. Muitos dependuravam-
se a veículos, contemplavam-nos outros, das sacadas distantes.
Alguns, em grupos, vagavam pelas ruas, formando verdadeiras
nuvens escuras que houvessem baixado repentinamente ao
solo.

----Estão vendo aquelas manchas escuras na via pública? – indagava
nosso orientador, percebendo-nos a estranheza e o desejo
de aprender cada vez mais.
Como não soubéssemos definir com exatidão, prosseguia explicando:
– São nuvens de bactérias variadas. Flutuam quase sempre
também, em grupos compactos, obedecendo ao princípio das
afinidades. Reparem aqueles arabescos de sombra...
E indicava-nos certos edifícios e certas regiões citadinas.
– Observem os grandes núcleos pardacentos ou completamente
obscuros!... São zonas de matéria mental inferior, matéria que é
expelida incessantemente por certa classe de pessoas. Se demorarmos
em nossas investigações, veremos igualmente os monstros
que se arrastam nos passos das criaturas, atraídos por elas mesmas...



A Calúnia

--A calúnia, Nieta, é uma serpente
que ameaça o coração; entretanto, se a encararmos de frente,
fortes e tranqüilas, veremos, a breve tempo, que a serpente não
tem vida própria. É víbora de brinquedo a se quebrar como vidro,
pelo impulso de nossas mãos. E, vencido o espantalho, em lugar
da serpente, teremos conosco a flor da virtude. Não temas, querida!
Não percas a sagrada oportunidade de testemunhar a compreensão
de Jesus!...


Um espírito protetor não pôde agir

---Glicério, como permitiu semelhante acontecimento? Este
trecho da estrada está sob sua responsabilidade direta. (superior perguntando ao espírito protetor)
O subordinado, respeitoso, considerou sensatamente:
– Fiz o possível por salvar este homem, que, aliás, é um pobre
pai de família. Meus esforços foram improfícuos, pela imprudência
dele. Há muito procuro cercá-lo de cuidados, sempre que
passa por aqui; entretanto, o infeliz não tem o mínimo respeito
pelos dons naturais de Deus. É de uma grosseria inominável para
com os animais que o auxiliam a ganhar o pão. Não sabe senão
gritar, encolerizar-se, surrar e ferir. Tem a mente fechada às sugestões
do agradecimento. Não estima senão a praga e o chicote.
Hoje, tanto perturbou o pobre muar que o ajuda, tanto o castigou,
que pareceu mais animalizado... Quando se tornou quase irracional,
pelo excesso de fúria e ingratidão, meu auxílio espiritual se
tornou ineficiente. Atormentado pelas descargas de cólera do
condutor, o burro humilde o atacou com a pata. Que fazer? Minha
obrigação foi cumprida...

---– Auxiliemos o homem, quanto esteja em nossas mãos, cumpramos
nosso dever com o bem, mas não desprezemos as lições.
Esse trabalhador imprudente foi punido por si mesmo. A cólera é punida por suas conseqüências. Ao mal segue-se o mal. Se os
seres inferiores, nossos irmãos no grande lar da vida, nos fornecem
os valores do serviço, devemos dar-lhes, por nossa vez, os
valores da educação. Ora, ninguém pode educar odiando, nem
edificar algo de útil com a fúria e a brutalidade.


O nitrogênio

---Sempre, ao voltarmos à Crosta, envolvendo-nos em fluidos do
círculo carnal, levamos muito longe a aquisição de nitrogênio.
“Convertemos em tragédia mundial o que poderia constituir a
procura serena e edificante.
“Como sabemos, organismo algum poderá viver na Terra sem
essa substância e, embora se locomova, no oceano de nitrogênio,
respirando-o na média de mil litros por dia, não pode o homem,
como nenhum ser vivo do planeta, apropriar-se do nitrogênio do
ar. Por enquanto, não permite o Senhor a criação de células nos
organismos viventes do nosso mundo, que procedam à absorção
espontânea desse elemento de importância primordial na manutenção
da vida, como acontece ao oxigênio comum. Somente as
plantas, infatigáveis operárias do orbe, conseguem retirá-lo do
solo, fixando-o para o entretenimento da vida noutros seres. Cada
grão de trigo é uma bênção nitrogenada para sustento das criaturas,
cada fruto da terra é uma bolsa de açúcar e albumina, repleta
do nitrogênio indispensável ao equilíbrio orgânico dos seres vivos.

“Todas as indústrias agropecuárias não representam, na essência,
senão a procura organizada e metódica do precioso elemento
da vida. Se o homem conseguisse fixar dez gramas, aproximadamente,
dos mil litros de nitrogênio que respira diariamente,
a Crosta estaria transformada no paraíso verdadeiramente espiritual.
Mas, se muito nos dá o Senhor, é razoável que exija a colaboração
do nosso esforço na construção da nossa própria felicidade.

Espíritos palpiteiros

--- Muitas entidades desencarnadas estimam o fornecimento de
palpites para as diversas situações e dificuldades terrestres, mas
esses pobres amigos estacionam desastradamente em questões
subalternas, incapazes de uma visão mais alta, em face dos horizontes
infinitos da vida eterna, convertendo-se em meros escravos
de mentalidades inferiores, encarnadas na Terra. Esquecem que o
nosso interesse imediato, agora, deve ser, acima de todos, aquele
que se refira à espiritualidade superior. Nossos irmãos inquietos,
que forneçam palpites a preguiçosas mentes encarnadas, sobre
assuntos referentes à responsabilidade justa e necessária do homem,
devem fazê-lo de própria conta.

Linda Oração

---– “Senhor, ensina-nos a receber as bênçãos do serviço! Ainda
não sabemos, Amado Jesus, compreender a extensão do trabalho
que nos confiaste! Permite, Senhor, possamos formar em nossa
alma a convicção de que a Obra do Mundo te pertence, a fim de
que a vaidade não se insinue em nossos corações com as aparências
do bem!
“Dá-nos, Mestre, o espírito de consagração aos nossos deveres
e desapego aos resultados que pertencem ao teu amor!
“Ensina-nos a agir sem as algemas das paixões, para que reconheçamos
os teus santos objetivos!
“Senhor Amorável, ajuda-nos a ser teus leais servidores; Amoroso,
concede-nos, ainda, as tuas lições; Juiz Reto, conduzenos
aos caminhos direitos;
“Médico Sublime, restaura-nos a saúde;
“Pastor Compassivo, guia-nos à frente das águas vivas;
“Engenheiro Sábio, dá-nos teu roteiro;
“Administrador Generoso, inspira-nos a tarefa;
“Semeador do Bem, ensina-nos a cultivar o campo de nossas
almas;
“Carpinteiro Divino, auxilia-nos a construir nossa casa eterna;
Oleiro Cuidadoso, corrige-nos o vaso do coração;
“Amigo Desvelado, sê indulgente, ainda, para com as nossas
fraquezas;
“Príncipe da Paz, compadece-te de nosso espírito frágil, abre
nossos olhos e mostra-nos a estrada de teu Reino!”

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